domingo, 30 de dezembro de 2012

Feliz 2013!



 Um ano novo se inicia, hora de relembrarmos os acontecimentos do passado,
Escrever nos poemas, novos sonhos,
Conhecer pessoas novas, viajar, aprender outro idioma,
Crescer, amadurecer, rir, chorar, orar.
Espero que esse ano seja diferente,
Faça de tudo para dar certo,
Aproveite as oportunidades, seja feliz, busque á Deus,
Prepare-se para fazer de 2008 um ano melhor.
As alegrias, risadas podem até serem passageiras,
Mas as marcas que elas deixam, podem durar
A vida inteira.
Siga em frente, continue algo que não terminou,
Comece um sonho que não se realizou
E vida cada dia como se fosse único que não se repete...



Sarah Chen

domingo, 23 de dezembro de 2012

Por que o Natal é comemorado em 25 de dezembro?



Parece incrível, mas a escolha da data não tem nada a ver com o nascimento de Jesus. Os romanos aproveitaram uma importante festa pagã realizada por volta do dia 25 de dezembro e "cristianizaram" a data, comemorando o nascimento de Jesus pela primeira vez no ano 354. 

A tal festa pagã, chamada de Natalis Solis Invicti ("nascimento do sol invencível"), era uma homenagem ao deus persa Mitra, popular em Roma. As comemorações aconteciam durante o solstício de inverno, o dia mais curto do ano. 
No hemisfério norte, o solstício não tem data fixa - ele costuma ser próximo de 22 de dezembro, mas pode cair até no dia 25. A origem da data é essa, mas será que Jesus realmente nasceu no período de fim de ano? 
Os especialistas duvidam. "Entre os estudiosos do Novo Testamento e das origens do cristianismo, é consenso que ele não nasceu em 25 de dezembro", afirma o cientista da religião Carlos Caldas, da Universidade Mackenzie, em São Paulo. 
Na Bíblia, o evangelista Lucas afirma que Jesus nasceu na época de um grande recenseamento, que obrigava as pessoas a saírem do campo e irem às cidades se alistar. Só que, em dezembro, os invernos na região de Israel são rigorosos, impedindo um grande deslocamento de pessoas. 
"Também por causa do frio, não dá para imaginar um menino nascendo numa estrebaria. Mesmo lá dentro, o frio seria insuportável em dezembro . O mais provável é que o nascimento tenha ocorrido entre março e novembro, quando o clima no Oriente Médio é mais ameno.
Não importa o dia que CRISTO nasceu, o importante que ELE vive todos os dias em nossos corações!
FELIZ NATAL!  

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Mergulho em você mesmo...Mahatma Gandhi


Temos medo de estarmos conosco, mergulharmos em nosso interior. O silêncio e sua prática nos leva a esta possibilidade de encontro profundo e revitalizador. Com o silêncio, encontramos a paz e o amor incondicional

vem com toda a força transformadora. "O amor é a força mais sutil do mundo.O mundo está farto de ódio". É é este ódio irracional e distante da força criadora que destrói,corrompe e ensurdece a humanidade.

Pare! Recomece! Reprograme-se... O silêncio pode ser o ponto chave desta nova caminhada. Pratique-o diariamente e transforme um pouco nosso mundo. Ouça-se.

"Temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo. Você tem que ser o espelho da mudança que está propondo. Se eu quero mudar o mundo, tenho que começar por mim."

Pratique diariamente o silêncio da paz. Respire profundamente algumas vezes. Inspire e sopre lentamente até ir relaxando e mergulhando dentro de si mesmo. Feche os olhos e silencie seus medos, preocupações e ansiedades diárias, por alguns momentos. Dê a chance à sua paz e a paz do mundo.

"Faça a sua parte, se doe sem medo. O que importa mesmo é o que você é...

Mesmo que outras pessoas não se importem. Atitudes simples podem melhorar sua vida."

Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada,não existirão resultados. Espalhe esta ideia.

Transforme o mundo, a partir de você.

"Seja a mudança que você deseja para o mundo".

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Solidão tem relação com mal de Alzheimer.



Uma pesquisa holandesa aponta uma relação entre o sentimento de solidão e o desenvolvimento de doenças degenerativas no cérebro, como o mal de Alzheimer.
A relação, segundo os autores, diz respeito ao sentimento de solidão, e não ao fato de estar sozinho por si só. Eles acreditam que a solidão seja um fator que cause à perda de memória e de raciocínio, mas não descartam que o caminho seja o contrário – ou seja, que a redução na capacidade do cérebro leve a pessoa a se retirar.
A equipe de Tjalling Jan Holwerda, da Universidade VU, de Amsterdã, acompanhou mais de 2 mil idosos ao longo de três anos. No início do estudo, esses idosos não tinham nenhum sinal de demência e responderam sobre seu nível de solidão – se viviam sozinhos, se já tinham sido casados e se sentiam solitários.
No final, os pesquisadores conferiram quantos idosos tinham desenvolvido demência. A diferença de casos da doença no cérebro nas pessoas que se sentiam solitárias em relação às que não se sentiam assim foi significativa: 13,4% dos solitários apresentaram sinais de demência, contra 5,7% do outro grupo.
O resultado publicado pela revista “Journal of Neurology Neurosurgery and Psychiatry” abre uma nova possibilidade para o estudo e o diagnóstico do mal de Alzheimer. Outros elementos anteriormente reconhecidos como fatores de risco para a doença são a idade avançada, a depressão, a carga genética e outros problemas de saúde acumulados.

Fonte: G1



sábado, 15 de dezembro de 2012

7 dicas: Para se sair bem ao conversar sobre sexo com seu filho


Fazer isso com os filhos hoje é mais fácil do que se imagina. Nunca deixe a criança sem resposta, fale a verdade e responda só ao que foi perguntado.


Imagine a cena: você está vendo a novela e seu filho solta a frase: ''Mãe, de onde vêm os bebês?''. Não vale engasgar, fingir que não ouviu ou brigar com ele. Responda!

''Quando não damos informações claras sobre sexo, jogamos crianças despreparadas em um mundo cheio de riscos'', diz a educadora sexual americana Logan Levkoff, autora do livro ''Como Falar de Sexo Com Seus Filhos'' (ed. Gente). 


Educação de berço.

Por mais que você queira fugir desse assunto, a educação sexual deve iniciar assim que a criança nasce. ''Se você ainda não começou a falar de sexo com seus filhos, a TV começou'', afirma Logan. Veja as dicas abaixo para se sair bem ao falar de sexo com as crianças.

7 dicas para falar sobre sexo com seus filhos sem traumas e com muito amor.

1. Mantenha a calma É normal ficar ansiosa ou nervosa. Você não é a primeira mãe a sentir isso - e não será a última. Em vez de tentar escapar da pergunta, tente colocar na própria cabeça o quanto é importante para seu filho ter uma resposta.

2. Responda apenas o que for perguntado
Não se sinta obrigada a dar muitos detalhes. E entenda o que seu filho quer saber. Ao perguntar de onde vem, por exemplo, ele pode apenas querer saber se veio de outra cidade, como algum coleguinha da escola. Por isso, antes de responder, descubra o que ele sabe e o que está tentando descobrir.

3. Tem hora certa pra falar de sexo?
Sim. Às vezes, a criança faz uma pergunta num local ou num momento inadequado. Não é preciso responder na hora. Mas garanta a ele que vai responder depois. As crianças também não gostam de falar de sexo a qualquer hora e na frente de qualquer um. Não tenha medo de perguntar ao seu filho como ele se sente mais confortável.

4. Não se preocupe se não souber a resposta É impossível saber tudo. Em vez de disfarçar, chame seu filho para procurar a resposta com você. Se o assunto não for adequado para a idade dele, diga que a dúvida é boa e que vai pesquisar. Não o faça pensar que a pergunta é errada ou boba.

5. Seja paciente
As crianças fazem muitas perguntas e podem querer saber a mesma coisa várias vezes. Não fique frustrada ou brava: dê a resposta sempre que for necessário. Quando uma pergunta se repete, é sinal de que a criança está confusa sobre o assunto.

6. Dê a entender que você sabe o que está falando
Tudo que você se recusa a falar fica na cabeça dos seus filhos, tanto quanto aquilo que é dito. Se você demonstrar-se pouco à vontade, seus filhos vão perceber e saberão que essa é uma maneira eficaz de incomodar você. Então, mostre-se confiante na hora de falar sobre esse assunto.

7. Não faça suposições
Não importa se seus filhos são pequenos ou crescidos: eles farão perguntas sobre sexo. Isso não significa que estão fazendo alguma coisa ou que tenham interesse em fazer. É simplesmente uma pergunta. Se você já tirar suas conclusões e começar a fazer sermão, eles não irão mais procurar você para obter informações ou conselhos.

FONTE:mdemulher.abril.com.br



segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Tendência 2013:Como Cachear os Cabelos com Chapinha.


Cachos com Chapinha: muito se fala em técnicas de alisamento, escova progressiva, alisamento permanente entre outros, mas a verdade é que os cabelos cacheados estão em alta para o verão 2013, combinando e valorizando e muito diversos looks.
Como Cachear os cabelos
Para cachear os cabelos, existem diversas técnicas como babyliss, bobe e papel laminado, mas convenhamos que deem muito trabalho e o resultado nem sempre é satisfatório,  uma outra alternativa é deixar suas madeixas caracoladas em um salão de beleza, nesse caso precisa investir um pouco mais, mas existe uma técnica bem pratica, rápida e com um resultado ótimo e duradouro, que é fazer os cachos com chapinha.
Para ter os cachos perfeitos é necessário antes fazer um alisamento capilar e utilizar um bom protetor térmico para não danificar os fios.

Passo a Passo.
Em um dos passo a passo de como cachear os cabelos com chapinha, é necessário separar os cabelos por mechas com 3 centímetros de largura em média, em seguida enrolar os fios em volta da chapinha e deslizar vagarosamente  soltando os fios que ficam com cacheados perfeitos, a segunda técnica é mais pratica ainda, pegando mechas por mechas, você enrola os fios em torno de si mesmo, em seguida pressiona com a chapinha por alguns segundos e depois prende com um grampo, basta fazer o mesmo procedimento em todo o cabelo, depois basta retirar os grampos e terá as suas belas mechas nas madeixas.


FONTE:http://www.plusplus.com.br



quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Recomeçar...Blandinne



Nem a tristeza, nem a desilusão.
Nem a incerteza, nem a solidão...

Nada me impedirá de sorrir...


Nem o medo, nem a depressão. 


Por mais que sofra meu coração...


Nada me impedirá de sonhar...


Nem o desespero nem a descrença. 

Muito menos o ódio ou alguma ofensa...

Nada me impedirá de viver...

Mesmo errando e aprendendo. 
Tudo me será favorável...

Para que eu possa sempre evoluir. 
Preservar, servir, cantar, agradecer.
Perdoar, recomeçar...

Quero viver o dia de hoje.
Como se fosse o primeiro...

Como se fosse o último. 
Como se fosse o único...

Quero viver o momento de agora. 
Como se ainda fosse cedo.

Como se nunca fosse tarde...


Quero manter o otimismo.
Conservar o equilíbrio e fortalecer 
a minha esperança...

Quero recompor minhas energias.

Para prosperar na minha missão,
e viver alegremente todos os dias...

Quero caminhar na certeza de chegar...

Quero lutar na certeza de vencer...

Quero buscar na certeza de alcançar.

Quero saber esperar para poder realizar, 
os ideais do meu ser...



quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Automutilação: O que leva uma pessoa a se cortar?





1. O que é a Automutilação?
A automutilação é definida como qualquer comportamento intencional envolvendo agressão direta ao próprio corpo sem intenção consciente de suicídio. As formas mais freqüentes de automutilação são cortar a própria pele, bater em si mesmo e queimar-se.

2. Por quais razões a Automutilação se desenvolve?
Embora as causas da automutilação ainda não estejam bem definidas, há evidencias de que fatores neurobiológicos e fatores psicossociais, como características de personalidade mais impulsiva e compulsiva, bem como a história de vida e o ambiente colaboram para o surgimento da automutilação. Os pacientes descrevem o início da automutilação após vivência de forte emoção, como raiva, utilizando este comportamento como forma de lidar com a emoção, um comportamento com características impulsivas.

 Com o decorrer do tempo, o paciente observa que obtém alivio de sensações ruins e passa a repetir a automutilação com o objetivo de obter alívio novamente. Começa a planejar e, muitas vezes, ritualizar a realização do ferimento. 
Estes comportamentos podem ser desencadeados por uma vivência traumática ou apenas pela lembrança desta.
Alguns dos fatores de risco relacionados a automutilação são: abuso emocional, físico ou sexual na infância; conflitos familiares; abuso de álcool e tabaco ou outras substâncias; adolescente vítima de “bulling”; presença de sintomas depressivos, ansiosos, impulsividade e baixa auto-estima.

3. Como sei identificar se alguém está com esse problema?
As pessoas que apresentam automutilação sentem vergonha e medo de revelar este comportamento, por isso procuram esconder as lesões e as fazem solitariamente onde não podem ser observadas. Elas reconhecem que este comportamento não é bem aceito pelas pessoas.
Desta forma, você poderá desconfiar que alguém apresenta automutilação quando essa pessoa:
a) Costuma usar roupas de mangas longas, mesmo no verão, com altas temperaturas;
b) Apresentam várias cicatrizes ou lesões repetidas e tem dificuldade para explicá-las;
c) Isola-se evitando situações onde seu corpo pode ser exposto, como praia ou piscina;
Vale lembrar que estas pessoas podem apresentar sintomas depressivos e de fobia social associados.

4. A Automutilação tem tratamento?
Sim, a associação psicoterapia e medicação tem se mostrado eficaz nos casos de automutilação. A psicoterapia, nestes casos, tem como um dos objetivos ajudar o paciente a identificar outras formas de lidar com frustrações, que sejam mais eficazes do que seu comportamento. Ainda não há medicação específica indicada para que o paciente pare de se mutilar, entretanto, a medicação pode ser indicada para alívio dos sintomas depressivos e ansiosos que podem colaborar para a manutenção do comportamento. Há também medicações que são usadas para diminuir a impulsividade e que ajudam o paciente a resistir a vontade de se machucar, caso esta apareça.

5. A quem devo buscar para pedir ajuda/auxílio?
Buscar profissionais da área de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras. Seria mais indicado profissional com experiência no tratamento de pacientes com automutilação, pois estes pacientes apresentam algumas peculiaridades. Caso estes profissionais não estejam disponíveis, uma vez que são raros os profissionais com experiência em automutilação, seria indicado profissionais com experiência em transtornos do impulso.


Jackeline Suzie Giusti, psiquiatra; Mestre em Psiquiatria pelo Departamento e Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPq – HCFMUSP); Psiquiatra responsável pelo atendimento dos pacientes com Automutilação no Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso.  E-mail: jsgiusti@terra.com.br / Consultório: (11) 3085-9832 ou 3891-1504

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Xô, estresse!



O estresse nada mais é do que uma reação do organismo a situações de extrema tensão, sejam elas reais, ou até imaginárias. E o pior é que ele pode causar problemas de saúde, entre eles, gastrite nervosa, enxaqueca e psoríase.


Reorganize sua vida.
 Assim que começar a fazer uma programação e uma lista, consulte-as antes de iniciar seu dia. Tente imaginar onde você pode combinar tarefas para reduzir a quantidade de energia necessária para concluí-las. Veja se consegue adiar alguns itens até o final de semana, quando terá mais tempo disponível para se encarregar dos serviços. Coordene as tarefas, de modo que possa realizar mais coisas ao mesmo tempo (como deixar a roupa na lavanderia no caminho para o trabalho e pagar as contas enquanto a panela está no fogo). 

Mude suas prioridades.
 Sempre que achar que está ficando realmente sobrecarregado, tire cinco minutos e classifique os itens da lista por ordem de importância. Então, continue de cima para baixo. Mesmo que você não consiga concluir todas, pelo menos poderá ficar despreocupado por ter lidado com as mais importantes. 

Solte as rédeas.
 Tentar ser perfeito pode contribuir muito para seu nível de estresse. Se você acha que tudo que fizer terá que ser perfeito, saiba que sofrerá muita pressão. Essas dicas podem ajudá-lo a diminuir seu perfeccionismo:

Experimente a técnica "que importância tem isso?
 Quando você estiver estressado porque a casa está desarrumada ou porque está atrasado para um compromisso, pergunte-se que importância terá se você adiar a limpeza ou chegar 10 minutos atrasado. Elimine de sua cabeça os piores cenários possíveis (sua sogra aparecendo de surpresa e achando que você é uma péssima dona de casa ou sua companhia do almoço deixando o restaurante antes de você chegar). 

Delegue tarefas.
 Muitas pessoas vivem seguindo o lema "se quer bem feito, faça você mesmo". Essa atitude pode sobrecarregá-lo com um volume excessivo de trabalho.

Pratique a imperfeição. 
Não estamos sugerindo que você, intencionalmente, cometa erros em projetos importantes, mas que simplesmente você relaxe uma vez. Por exemplo, quando estiver cansado, deixe os pratos para o dia seguinte e vá para a cama. Quando estiver realmente sobrecarregado, remarque um compromisso ou tente estabelecer outro prazo. A redução de seu nível de estresse o torna ainda mais produtivo quando você tem a chance de cuidar do que adiou.

Reserve um tempo para "você".
 O estresse é um forte sinal do seu subconsciente de que alguma coisa está errada na sua vida. Por alguma razão, suas necessidades não estão sendo atendidas. Certamente, você está dedicando mais tempo ao trabalho, satisfazendo mais as necessidades de outras pessoas ou lidando com uma situação problemática (como a perda do emprego ou uma separação), do que cuidando de você mesmo. Mesmo que você tenha que se sobrecarregar por um certo período, é importante reservar um espaço na sua agenda ocupada para você.

Vá para a cama cedo.
 Se no final do dia você achar que ainda há muito para fazer, finja que seu dia terminou e vá se deitar. Quando estiver sozinho, leia um bom livro ou ouça a músicas relaxantes com fones de ouvido. E não se sinta culpado. Esse comportamento é perfeitamente saudável.

Coloque seus sentimentos no papel. 
Ter um diário de seus sentimentos pode ser uma maneira saudável de desabafar. Também pode servir como um "barômetro" de estresse eficaz, permitindo que você calcule a pressão sob a qual está e que efeito isso está tendo em você. Aqui vão algumas orientações para manter um diário de estresse:

Aprenda a relaxar.
 Uma maneira de diminuir os efeitos prejudiciais do estresse é aprender a relaxar, seja imaginando uma cena calma, se entretendo com o passatempo favorito ou fazendo um exercício de relaxamento. Quando aprender uma técnica que funcione em você, poderá usá-la antes de um acontecimento estressante. Entretanto, para ter mais benefícios, reserve pelo menos alguns minutos por dia para que sua mente e seu corpo se soltem.


Dicas:

Os exercícios de relaxamento que liberam a tensão muscular podem ajudar bastante a enfrentar o estresse. Para fazê-los, você precisa sentar ou deitar em um lugar calmo e confortável, onde não será incomodado. Afrouxe qualquer roupa apertada e tire as jóias que estiverem desconfortáveis.Seu objetivo é contrair e relaxar os grupos de músculos em seqüência, da cabeça aos dedos dos pés.

 A contração dos músculos aumenta sua consciência de como é a tensão armazenada. O relaxamento dos músculos, na verdade, faz com que você sinta diferença entre estar tenso e estar solto.Comece com os músculos de sua testa. Tensione-os enrugando a testa; permaneça dessa maneira por cinco segundos; 

solte a tensão. Imagine uma onda de banho relaxante pelos músculos. Respire fundo, solte o ar, permitindo que os músculos relaxem ainda mais.Continue o processo com os músculos dos olhos, fechando-os firmemente. Trabalhe todos os grupos de músculos do corpo, incluindo os dos dedos dos pés. Após terminar, deite por um minuto ou dois para aproveitar essa sensação de relaxamento.

Embora todo mundo tenha que lidar com um certo grau de estresse, o estresse prolongado pode ter efeitos negativos na saúde. Entretanto, se você seguir nossos passos simples, será capaz de tornar sua vida mais tranquila.



Fonte: http://saude.hsw.uol.com.br




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