terça-feira, 28 de maio de 2013

Quando se perde o interesse pelo Sexo.



Por que casais que se dão bem afetivamente acabam perdendo o interesse pelo sexo; ficam como "amigos", como "irmãos" e têm dificuldade em resgatar a qualidade da relação de namoro?

Existem alguns gatilhos que provocam esse desinteresse, podem estar relacionados a uma visão negativa da sexualidade, a mensagens anti-sexuais recebidas durante a infância e adolescência. Ou seja, filhos não veem os pais trocarem carinhos, isso dá uma ideia de rotina e esfriamento na relação.

O esfriamento sexual pode ser provocado por um quadro disfuncional no casal ou em um dos parceiros; chama-se desejo sexual hipoativo, onde há diminuição ou ausência completa de fantasias eróticas, desejo e motivação para ter atividade sexual. Trata-se da principal queixa feminina e estima-se que 35% da população brasileira sofra essa dificuldade.

Descartadas as possíveis causas orgânicas como: desequilíbrios hormonais, infecções pélvicas ou DST; causas neurológicas com quadros depressivos, insuficiência renal crônica, entre outros; aí se deve investigar os fatores sociais e psico emocionais que estão presentes no desejo sexual hipoativo.
Além do reflexo do ambiente familiar já citado, também estão presentes fatores agregados à:

Monotonia na rotina sexual
Desinteresse em criar situações prazerosas após o casamento e em namoros de longa duração. Os parceiros tornam-se ‘amigos’ perdem o tesão e o desejo de conquistar e inovar. Muitos casais deixam de sair, de se arrumar, de investir em passeios.

Mágoas acumuladas
Essa ‘lixeira emocional’ compromete a autoestima e tira o colorido das relações.

Baixa autoestima
Fatores que baixam a autoestima são: traições, envelhecimento, desemprego. Muitos homens apresentam após o nascimento de filhos uma atitude de 'estranhamento' e distanciamento da companheira. Unir amor e sexo com a mesma pessoa se tornasse um conflito para o marido - esposa x amante-prostituta x maternidade.

Mas como evitar essa cilada?
1 -Não carreguem culpa ou medo relacionados ao sexo.
Acreditem realmente que sexo é algo gostoso para qualquer idade, sem motivo de vergonha ou repressão.

2- Promova sempre a retomada do prazer corporal, social e relacional. Saiam juntos, resgatem o namoro, as carícias...

3- Atenção à comunicação do casal, cuidado com o tom de voz, com o que fala... Na hora do namoro fica proibido falar de problemas.

4- Estimule o pensar em sexo através de filmes ou contos eróticos, pois associam sedução à conquista sexual.


O prazer deve ser uma meta e vale a pena ser redescoberto para reacender o desejo e dar mais alegria e cor na vida a dois.

Por Arlete Gavranic
uol.com.br

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Bipolaridade: Os altos e Baixos da vida.

Mega Fox

A doença 

transtorno bipolar é uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, que experimentam rápidas mudanças de humor durante o dia, mesclando períodos de muito bom humor, irritação e depressão, que muitas vezes costumam causar problemas de relacionamentos com quem vive próximo.


Afetando homens e mulheres em quantidades iguais, a bipolaridade geralmente tem início entre os 15 e os 25 anos de idade, atingindo principalmente as pessoas que já possuem um histórico familiar da doença, o que leva muitos pesquisadores a colocarem o fator genético como a principal causa da doença.
INÍCIO

O problema geralmente inicia entre o final da adolescência e inicio da vida adulta, mas a meninada menor também, algumas vezes, é alvo. Segundo pesquisas do Hospital das Clinicas e da Universidade de São Paulo, em caso de estresse emocional ou abuso de drogas, os riscos ficam de quatro a cinco vezes maiores. Na infância, não raro, ele é confundido com o distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade, algumas crianças diagnosticadas assim, mas que não respondem ao tratamento, podem ter na realidade o transtorno bipolar.

CAUSAS

Sabe-se que essa doença em grande parte é determinada pelo histórico familiar. Uma criança que tem um dos pais com transtorno bipolar apresenta uma probabilidade de 15% a 20% de manifestar o mesmo problema. Transtorno bipolar, é um quadro complexo  caracterizado por episódios de depressão, mania, ou hipomania e fases assintomáticas.

TRATAMENTO

Não há cura para o transtorno bipolar, mas como toda doença crônica, a bipolaridade é um mau controlável. A grande dificuldade é que muitos pacientes não sabem do próprio distúrbio. Outros, ainda pior, recebem o tratamento de forma errada. O tratamento visa o controle  de episódios agudos e prevenção de novos episódios, com medicamentos específicos, porém, novos estudos estão sendo realizados para ampliar as possibilidades de tratamento. Outro fator que ajuda no tratamento contra o transtorno bipolar  é o convívio social - faz parte da terapia  por que o doente discute situações comuns a todos os portadores.   
  

                    
Alguns famosos com bipolaridade
Muitos famosos já admitiram possuir o transtorno bipolar, através de entrevistas, nas quais contam os seus dramas e sofrimentos passados com a doença, algo que acaba estimulando várias pessoas que também sofrem com os problemas psicológicos causados pela bipolaridade procurarem tratamento o mais rápido possível.
Jean-Claude Van Damme revelou este ano que estava em tratamento para o transtorno bipolar. Segundo ele, depois que tornou público o problema, a comoção do público e das pessoas ao seu redor o ajudam no processo
A atriz Cássia Kiss afirma que passou muitos anos com depressão sem saber nem entender o motivo. Ela também diz que teve bulimia por muitos anos e só descobriu o problema ao engravidar. Em entrevista a Marília Gabriela, em 2008, ela contou que só venceu o problema e ganhou autoestima após enfrentar o problema e ser medicada 
 Catherine Zeta-Jones Quando a atriz disse ter sido diagnosticada com transtorno bipolar, ela se colocou à disposição para apoiar quem sofre com o distúrbio. ?Não há necessidade para sofrer em silêncio?, disse ela em entrevista à revista People.
Jim Carrey. Comediante por excelência; o ator é conhecido por seus papéis humorísticos onde consegue, a maior parte do tempo, fazer rir, no entanto, nem tudo é tão divertido em sua vida. Jim sofre de bipolaridade, o que faz com que tenha repentinas mudanças de humor, que provocam problemas no casamento, família e inclusive no trabalho.

Megan Fox. A ex mulher mais sensual do planeta tem que tomar remédios diariamente para dominar seu desequilíbrio emocional. Em repetidas ocasiões asseguraram que padece de esquizofrenia, ainda que a ex protagonista de "Transformers", nunca confirmou esta versão.

Ben Stiller. É um dos atores cômicos mais aclamados da atualidade, mas poucos sabem que ele também deve tomar medicamentos diariamente por causa de seu transtorno bipolar. A doença foi detectada há anos atrás e Ben declarou que tem seguido adiante graças ao apoio de sua esposa


Demi Lovato: Depois de passar três meses em reabilitação por problemas como bulimia, anorexia e depressão, a cantora de 20 anos anunciou que sofre de bipolaridade. Ela contou à revista People que não sabia que sofria do problema até começar o tratamento. A cantora disse também que pretende continuar falando sobre suas experiências, com o objetivo de ajudar as outras pessoas. "Eu sinto que não é uma coincidência Deus me colocar nessa situação e me dar a voz que eu tenho. Acredito que meu propósito na Terra é muito mais do que ser uma cantora ou atriz. Eu acho que é alertar as pessoas e ampliar a consciência sobre um problema que muitas pessoas não falam a respeito"

VIDA NORMAL

Descobrir a doença e controla - lá  o quanto antes, é fundamental para se ter uma vida normal como qualquer outra pessoa. Porém fica um alerta: as oscilações de humor podem ser trágicas. Uma depressão prolongada, muitas vezes é o estopim  de uma tentativa de suicídio. No outro extremo, o das manias, algumas semanas de crise são suficientes para pôr toda uma vida a perder. Relações sérias são desfeitas e o dinheiro economizado em anos, torrado em poucos dias. Mas não precisa ser assim. Procure um médico, psicólogo ou terapeuta regularmente.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Você me conquistou.

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Parece um sonho
Descobri o amor através de um gesto seu
Bastou só um olhar para acreditar
Que eu não ouvirei um adeus
Você me ensinou a letra da canção
Que me faz tão feliz
E aquece meu coração
Eu não vou te esquecer
Você me conquistou
Somos eu e você dividindo sonhos bons
Eu não vou te esquecer
Você me conquistou
Um presente de Deus é você pra mim
E por isso existe o amor.
Interprete: Pamela 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Sou forte....Clarissa Corrêa


"Sou forte.... Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. 

Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente.

 E quero continuar errando, pois jamais serei perfeita (ainda bem!). Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança.

 Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá. A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe.

 Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: "meu coração. E essa é a melhor parte de mim." 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Quando a Mentira vira doença.


A doença que faz mentir.
     Mitomania ou pseudolalia é o nome dado à condição psiquiátrica ou desequilibro psicológico, em que o individuo possui o comportamento compulsivo de mentir. Como compulsão, entendemos o impulso irresistível de realizar determinado ato, sendo que a força de vontade do sujeito é insuficiente par impedi-lo de cometer tal ação, da mesma forma que acontece com viciados ou adictos em álcool ou drogas. 

Quando mentir vira doença: não é necessário ser especialista para perceber quando o ato de mentir deixa de ser normal e passar a ser patológico. Mentir sai do âmbito da normalidade, quando deixa de ser algo esporádico e começa a ser frequente. Mentir passa a ser doentio quando não apenas um, mas todas as esferas da vida de uma pessoa (trabalho, família, amigos, etc.) são permeadas pelas mentiras.
     Existem pessoas que criam mentiras que tem a intenção deliberada de enganar outras pessoas, a fim de obter vantagens sejam elas quais forem. O mais provável é que essas pessoas tenham algum de desvio de caráter, porém ainda existe a possibilidade de que elas também sofram de algum tipo de doença.
Para o mentiroso comum a mentira é uma ferramenta para se chegar a um objetivo, já para mitômano ela é uma espécie de consolo contra uma realidade negativa ou hostil. Diferentemente do fraudador, o mitômano acredita nas próprias mentiras, claro que no fundo o mitômano sabe que o que ele está falando é inverdade, porém este embuste é necessário para que ele mantenha a sua organização interna, traduzindo: a mentira o ajuda a não enlouquecer. 
O mentiroso compulsivo comumente também desenvolve outras compulsões, comida, sexo, álcool, drogas etc. ele se utiliza desses mecanismos também com a finalidade de fugir da realidade.  
Quais são as causas da mitomania ou pseudolalia?

Ao pesquisar a literatura da Psicologia e Psiquiatria, nos deparamos com várias hipóteses de causas para esse transtorno. Mas estudando melhor alguns casos de mitomania percebemos que ela se assemelha muito mais a um sintoma a um adoecimento propriamente dito.
 De modo geral ela aparece associada a diversos fatores psicossociais e relacionada a transtornos psiquiátricos como depressão, TOC, Esquizofrenia entre outros.
Um histórico de conflitos familiares é recorrente nos prontuários de pacientes mitômanos, em alguns casos as mentiras inventadas estão relacionadas a uma família idealizada, como o caso de uma menina cujo pai era violento era retratado como carinhoso e que lhe enchia de presentes caros, quando na verdade sua família era muito pobre e estava impossibilitada de dar tais presentes.
Baixa autoestima é outro ponto em comum em mitômanos, nesses casos os embustes estão relacionados a ideias de grandeza, ostentação e proezas incríveis que o mentiroso diz a respeito de si mesmo. Essas mentiras têm como objetivo fazer com que o sujeito se senta melhor com si mesmo.
Necessidade de aceitação também aprece em mentirosos compulsivos. Há casos em que o mitômano acredita que ninguém irá gostar dele como ele realmente é por isso ele cria uma autoimagem fantasiosa.
Maquiar uma realidade difícil inaceitável, como eu mencionei anteriormente, a mentira pode servir como uma forma de consolo, ou melhor, uma fuga da realidade para quem tem pseudolalia.

Consequência desse problema:
     A mentira tende a ser algo muito mais nocivo para o mitômano do que para sua “vitimas” um dos motivos é que as pessoas costumam se afastar do mentiroso, tornando-o um solitário (coisa que ele mais odeia). Outra questão é que o mitômano por vezes é obrigado a encarar a realidade da qual ele quer fugir, e por não estar acostumado a enxergar o mundo real, este lhe parece muito mais hostil e desamparador. Nesses momentos surge a depressão e a ideação suicida.
     Por mais realística que uma mentira possa parecer ela sempre deixa falhas ou brechas, e por isso o por isso o mentirosos precisa criar nova inverdades para encobrir suas contradições tornando esse problema um circulo vicioso difícil de ser quebrado. 

Qual tratamento para a mitomania ou pseudolalia?
     O mentiroso compulsivo necessita de acompanhamento psiquiátrico para tratar principalmente A depressão e a ansiedade. A psicoterapia vai entrar para trabalhar as causas do problema, a auto aceitação, o fortalecimento do self e a autoestima.
Fonte:www.psicologosp.com
     

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O lado positivos da timidez!


Na Universidade de Stanford, na Califórnia, existe um grupo de pesquisa sobre timidez comandado por Philip Zimbardo. Esse grupo organizou um questionário sobre o tema e distribuiu para mais de cinco mil pessoas em várias partes do mundo. Mais de 80% dos entrevistados se consideraram tímidos em alguma fase da vida e 40% se consideram tímidos atualmente. 

A timidez é um padrão de comportamento em que o indivíduo não interage ativamente de forma verbal ou não verbal, expressando pouco os seus pensamentos e sentimentos. A psicóloga e professora Denise Diniz, da Unifesp, classifica a timidez em dois tipos: a primeira é a situacional, que ocorre em ocasiões específicas. Já a outra é crônica e se manifesta em todas as formas de convívio social. 

Esse comportamento faz parte da vida de muitas pessoas e, às vezes, é mal interpretado e considerado um sinal de antipatia. No entanto, Bernardo Carducci, especialista em timidez da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, conta que é preciso procurar entender essas pessoas, em vez de tentar mudá-las. "Não há nada de errado em ser tímido. O problema com a timidez é não entendê-la e deixá-la te controlar, em vez de você controlá-la", aconselha. Ao saber conviver bem com isso, é possível até mesmo usufruir de vantagens. Saiba quais são elas: 
1- A timidez evita que as pessoas dominem as conversas 

É comum as pessoas quererem falar e não se interessarem pelo que o outro tem a dizer. Um tímido, pelo contrário, pode ser um excelente ouvinte. "Demonstrar um interesse pelo outro, dar lugar para que o outro se coloque, são algumas das qualidades de uma pessoa mais tímida", ressalta a psicóloga Anna Hirsch Burg, do Núcleo Brasileiro de Pesquisas Psicanalíticas. Ela afirma que, quando a pessoa sempre tem que falar e ocupar o "centro do palco", pode ser sinal de grande insegurança - e até maior que a de alguém tímido. 
2- Preserva a sua vida pessoal e a sua imagem 

O tímido, por não expor muito seus pensamentos e sentimentos e apresentar certo "acanhamento" - incômodo ou inibição nos relacionamentos interpessoais -, preserva a sua imagem e não se expõe demais perante os outros nas situações cotidianas. De acordo com a coordenadora do setor de gerenciamento de estresse e qualidade de vida da Unifesp, Denise Diniz, um dos aspectos positivos desse tipo de atitude é a defesa. A pessoa acaba tendo uma atitude de cautela, buscando a atitude adequada para a situação. O tímido preserva a sua vida pessoal, apresenta um baixo volume de voz e costuma ser uma pessoa mais comedida. 
3- As pessoas se aproximam de tímidos com interesse genuíno 

Alguns tímidos transmitem paz e tranquilidade. A psicanalista Anna Burg enfatiza que, muitas vezes, pessoas caladas e tímidas são vistas como alguém que não fala porque está escondendo o "ouro", ou seja, alguém muito sábio, que pensa para falar e tem respostas geniais para os problemas. Dessa forma, as pessoas tímidas podem ser requisitadas de maneira genuína para se tornarem amigas. Por serem mais discretas, costumam guardar melhor os segredos dos outros e esta é uma qualidade que aumenta a confiança, imprescindível em qualquer amizade.  
4- São mais cautelosos na hora de se relacionar 
A timidez pode servir como o comportamento de adaptação a novos relacionamentos. "Para o começo de relações amorosas ou de amizade, essa cautela do tímido pode ser muito benéfica", adverte a psicóloga Denise. Passada a inibição, cautela e, até mesmo, o medo inicial, o tímido consegue conviver bem com a outra pessoa e só aprofunda a relação quando sabe que o outro também é de confiança e merece respeito e amizade. Dessa forma, eles se decepcionam menos com as suas relações e só investem o seu tempo e o seu carinho em pessoas que fazem por merecer. 
5- A timidez evita ofensas desnecessárias 

Por não falar tudo o que pensa e ser comedido com as palavras, o tímido evita fazer comentários desnecessários, e assim, não ofende as outras pessoas com "excesso de sinceridade" e de palavras. De acordo com os especialistas entrevistados, vivemos em uma sociedade que exige que as pessoas sejam lindas, inteligentes e extrovertidas. Por conta disso, a timidez pode ser até vista como ruim para os outros, mas não é necessariamente um mal para o tímido. Se esse tipo de comportamento é só mais um fator da sua personalidade e você convive bem com ele, não há razões para mudar a sua essência. Só é preciso preservar a sua autoestima e valorizar-se do jeito que você é. 


Evitar exposição desnecessária e saber ouvir são algumas das qualidades dos tímidos.

Fonte: www.minhavida.com.br


quinta-feira, 9 de maio de 2013

Quando somos curados pela Fé.


Cura pela Fé - A Necessidade

Quando as pessoas se deparam com uma doença grave ou incapacitante, elas muitas vezes consideram a cura sobrenatural ou a cura pela fé como a opção final. Nossas expectativas pela cura divina são muitas vezes colocadas em uma variedade de fontes que se apresentam como a única esperança para uma recuperação milagrosa. Algumas pessoas buscam a opção de curandeiros ou daqueles que professam ter uma "capacidade de curar". Acredita-se que objetos como lenços, ícones religiosos ou peregrinações a locais sagrados ofereçam esperança àqueles em circunstâncias desesperadoras.

Quando enfrentando sofrimento intenso, podemos até ser tentados a duvidar do caráter de Deus. "Por que dura a minha dor continuamente, e a minha ferida me dói, e já não admite cura? Serias tu para mim como coisa mentirosa e como águas inconstantes?" (Jeremias 15:18).

Outros tentam encorajar-nos ao confirmar que "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus" (Romanos 8:28). No entanto, o nosso sofrimento apresenta o nosso maior desafio à nossa fé. Em algum momento podemos até culpar a Deus por permitir que a nossa dor continuasse. Ou podemos nos perguntar: "De quanta mais fé preciso para ser curado?"


Cura pela Fé - A Lição

Nosso sofrimento físico e emocional é ampliado quando não podemos ver algo bom como resultado da nossa doença. Quando nos concentramos no que Deus pode fazer através da nossa doença, podemos manter o nosso foco em Deus, em vez de em nossas circunstâncias difíceis. Pouco depois de conhecer Melanie, ela me convidou para jantar. Melanie tem diabetes, o que afetou a sua visão e sua mobilidade. 


Durante a nossa amizade de 10 anos, eu a tenho visto trazendo conforto aos outros com suas cestas cheias de conteúdo personalizado. "Eu costumava ser capaz de prepará-las em um ou dois dias, mas acho que estou ficando mais devagar", diz ela com um brilho nos olhos. "Deus nunca se apressa com nada, então aprendi a trabalhar no Seu ritmo.

" Há dias em que sei que os membros inchados de Melanie doem, por isso ela pausa por um momento, encostando-se em um banco para recuperar o fôlego. Seria fácil para ela escolher um assento perto da parte traseira da igreja, mas ao ver um visitante ou uma pessoa que necessita de uma palavra de encorajamento, ela vai ficar perto deles.

Como Jesus, Melanie ama ajudar as pessoas. Ambos estão bem familiarizados com a dor e o sofrimento. Ela machucou-se em dois diferentes acidentes de carro nos quais cinco de seus sete irmãos foram mortos.


 Melanie compreende a dor emocional e física que não se dissipa. No entanto, ela me lembra: "Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos" (Salmo 119:71). Melanie trata cada dia como um processo de aprendizagem e suas aflições como o seu maior mestre.


Cura pela Fé - O Resultado Final

A cura é um ato de misericórdia imerecida de um Deus soberano. Nós não colocamos a fé na fé em si (ou homens ou objetos), mas sim na graça e misericórdia de Jahveh-Ropheka, "Deus, o Curador". Não há dúvida de que Jesus se preocupa profundamente conosco - Ele sofreu e morreu para que pudéssemos viver para sempre no amor de Deus.


 Sua cura não segue um processo que nos pareça lógico. Jesus curou os olhos dos cegos através da aplicação de lama feita de "saliva divina" (João 9:6-7)! Jesus muitas vezes foi pouco convencional, ressuscitando o filho de uma viúva por causa de compaixão, não por causa da fé dela (Lucas 7:13). A fé não é algo que precisamos "conjurar" a fim de sermos curados. Deus é quem tem controle total de cura. Independentemente do resultado, Deus está sempre com aqueles que sofrem e Ele entende sua dor e necessidade.

 A cruz nos lembra que Deus sempre se importa. Deus está nos oferecendo uma totalidade que é ainda mais perfeita do que a cura física ou emocional. Saúde perfeita está esperando por nós na ressurreição. "Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.
Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente" (2 Coríntios 4:16-17).

Fonte:www.allaboutgod.com

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Pequenos lutos : A dor de uma separação.


Tendemos sempre a achar que quem "é deixado" é a grande vítima num relacionamento. O que ocorre é que quem é deixado está numa situação completamente passiva e é obrigado a lidar com todo o sentimento de impotência. Não há o que fazer. Como lutar contra uma certeza do parceiro?
Quem fica é arrebatado por um sentimento de traição mesmo sem ter havido "traição", propriamente. Quem fica se sente à deriva, abandonado, rejeitado, desamado... sem chão. O que resta para quem é deixado são as lágrimas. Às vezes, dependendo do despreparo ou da surpresa com a notícia, tem-se o impulso de fazer malabarismos para que o outro volte atrás. Mas é inútil.

VILÃO E VÍTIMA

Comete-se o engano de acreditar que quem saiu da relação "está numa boa". Este é visto como o vilão da história, aquele que provoca o sofrimento. Mas não é bem assim que acontece...
Numa relação estável, que começou com a intenção de que fosse o mais duradoura possível, é claro que ambos caminham na direção de solidificar o casal. Espera-se que o amor seja para todo o sempre e por mais que se fique atento à evolução do relacionamento, o amor, o tesão, o interesse por perpetuar o vínculo pode acabar de um dos lados. Às vezes acontece de ambos irem perdendo o interesse gradualmente e quase ao mesmo tempo. Mas na maioria dos casos esse desinteresse é unilateral.
Quem deixou de amar também se frustra. Quem deixou de amar não gostaria de ter deixado de amar, mas não se trata de uma decisão, isso simplesmente acontece. Ele vasculha dentro de si por longo tempo para reencontrar o desejo, a paixão dos primeiros tempos mas nada encontra. Vive um grande conflito e entra em estado de luto.

CULPA E FRUSTRAÇÃO

Quem deixou de amar também perdeu um amor e passa um longo tempo muitas vezes se culpando, antevendo a dor de seu parceiro, desejando evitar que ele se magoe. E muitas vezes, na tentativa de negar que os sentimentos apenas se esvaíram, na crença de que é preciso haver um motivo mais contundente para a separação, que não basta que o amor e o desejo tenham se esgotado, cometem-se equívocos.
Se você se encontra nessa situação, preste atenção para não tornar a separação desnecessariamente mais dolorida do que naturalmente é, evitando as seguintes situações:
  • Provocar discussões estéreis
  • Buscar um relacionamento fora como forma de se punir pela culpa por ter deixado de amar seu parceiro
  • Buscar uma proximidade forçada para "disfarçar" seus reais sentimentos e intenções
  • Desprezar seu parceiro ou tratá-lo com indiferença, imaginando que assim fará com que ele também deixe de lhe amar, facilitando sua decisão
  • Essas atitudes apenas vão prolongar e acentuar a inevitável dor da tomada de decisão.
Ninguém acorda pela manhã com a descoberta de que deseja se separar. Isso é um processo, vamos nos percebendo aos poucos. Quem passa por essa experiência se submete a um recolhimento reflexivo aflitivo porque muitas vezes não consegue aceitar facilmente a realidade de seus sentimentos. E até que perceba a impossibilidade da continuidade da convivência, vai-se vivendo o luto da perda de um amor, dos planos, dos projetos em comum.
É um engano acreditar que quem deseja se separar "está numa boa". A diferença entre que sai e quem fica é que quem sai vive o luto antes da efetivação da separação.
. E acrescente-se aí toda a coragem necessária para comunicar ao parceiro e administrar com equilíbrio os desdobramentos dessa decisão.

PEQUENOS LUTOS

O ditado que diz que "quando um não quer dois não brigam" aplica-se perfeitamente nos casos em que o desejo de separar-se é unilateral. Quando um dos dois lados chega a comunicar essa decisão, isso já foi longamente maturado - e sofrido. A sensação de alívio experimentada por quem sai e a aparente simplicidade com que pode lidar com a questão são muitas vezes vistas como insenbilidade, e isso é outro engano.
Cada qual à sua forma e nos seus tempos, vive a dor da perda, e passado o primeiro impacto é sempre bom ter consigo que nas relações de afeto não existe certificado de garantia e muito menos prazo de validade.
Começo, meio e fim. Mesmo as relações que duram "até que a morte nos separe" sofrem pequenos lutos no meio do caminho.
"A diferença entre que sai e quem fica é que quem sai vive o luto antes da efetivação da separação."
CELIA LIMA Psicoterapeuta Holística, utiliza florais e técnicas da psicossíntese como apoio ao processo terapêutico. Presta atendimento individual e em grupo, e serviços de mentoring pessoal e profissional.



sexta-feira, 3 de maio de 2013

Angústia: Dores da alma


De repente, vem aquele aperto no peito! Pode ser em qualquer momento, hora ou lugar. Como se uma grande mão apertasse seu peito, em seguida vem uma sensação bem esquisita de opressão. Você quer se livrar dela, mas não consegue. O coração bate mais rápido ou então você sente uma apreensão. Medo do futuro? Quase como se descesse de montanha russa.... aquele friozinho na barriga terrível. 

Em alguns momentos, você está bem e a apreensão surge sem pedir licença. Em outros, está associada a alguma preocupação ou sensação de insegurança. Se você vive um momento confuso ou difícil, a angústia pode se instalar na sua mente e no seu coração. 

A angústia pode ser um sinalizador para a depressão. Pessoas deprimidas sentem angústia e a ansiedade pode surgir de repente. A ansiedade está associada à respiração também. A pessoa ansiosa respira muito rápido ou sente uma sensação de sufocamento, "peito apertado". 

Ai vem a dúvida: O que fazer quando você sentir esta sensação desagradável: Que acomete ricos e pobres, jovens, velhos e crianças! A angústia é mais comum nas mulheres. Quando sentir esta sensação desagradável, primeiro afaste a possibilidade de causa orgânica como: distúrbios hormonais como: menopausa, climatério, entre outros. Anemia, problemas cardíacos e depressão, por exemplo. 

Geralmente, a angústia está associada à depressão e algumas pessoas são predispostas a sofrer de angústia periódica. Nem sempre quem sente angústia ocasionalmente, sofre de depressão. A angústia pode ser uma manifestação da ansiedade. 

A ansiedade é o receio do futuro. A ansiedade é um recurso utilizado por nós para nos preparar, de certa forma para acontecimentos futuros. Quando temos uma prova, um encontro importante, uma decisão a tomar, podemos sentir esta sensação de apreensão. É o receio do novo e do inusitado. Nosso organismo lança mão de uma carga extra de adrenalina. 

Quando estas sensações surgem e são momentâneas fazem parte do cotidiano do ser humano. Não podemos controlar os acontecimentos e isso gera medo. Podemos controlar nossas emoções; isso é tranquilizador. 

Observe a freqüência desta sensação desagradável. Procure observar com cuidado. O que você está pensando quando sente esta sensação? Não tenha medo da Ansiedade ou Angústia. Não tente reprimi-la, mas mude o padrão mental. Se você está pensando em algo desagradável, modifique o pensamento. Afirmações positivas ajudam bastante nesses casos. Afirmações como: "Sou feliz!" "Estou calmo""Está tudo bem" "Ficará tudo bem!" 

Aprenda a respirar! 

A angústia estaria associada a causas psicológicas como: traumas, complexos, meio ambiente repressor ou desgastante podem desencadear sensações de opressão. 

A serenidade tem a ver com a Fé e o Otimismo. Fé em Deus e em si mesmo! Sensações de vazio interior e mudanças de vida podem estar associadas à angústia. Quando a pessoa se aposenta, pode sentir esta sensação de insegurança. O que farei agora? A "síndrome do ninho vazio" pode ser também uma das causas da angústia ou ansiedade. Os filhos estão criados, estudam fora e os pais se sentem vazios. Viveram sempre em função dos filhos e agora? 

Às vezes, a causa pode ser espiritual. Uma oração fervorosa pode melhorar esta opressão. Vivemos num mundo muito material e imediatista. Nosso espírito precisa também de alimento espiritual. Praticar esportes, lazer, uma atividade, amigos, são bons remédios para evitar a angústia. Só será considerada patológica se junto com ela estiverem outros sintomas como: falta de concentração, tristeza permanente, inquietação, pensamentos negativos. Pode ser o início de uma depressão. Ou então, se a angústia estiver sendo um fator limitante em sua vida. Nesse caso, procure ajuda profissional. Pessoas muito inseguras ou com dificuldade em expressar os sentimentos, são propensas à angústia. 

Uma vida saudável feita de pensamentos sadios e atividades produtivas, tem como efeito, emoções também sadias. Pense nisso! Como estão seus relacionamentos, sua vida em família, seus desejos e problemas?. Procure se autoconhecer para disciplinar seus pensamentos. 

Fonte - Juliano Figueiredo
Massoterapeuta bioenergétic


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