segunda-feira, 25 de março de 2013

Seres Humanos Adoecidos: Uma alerta para os pais.



"Muitas são as perguntas sobre a causa de crianças e adolescentes que apresentam doenças “de adultos”.
O que acontece com eles, atualmente, que antes, não acontecia?
Nas décadas de 50, 60 e 70 as crianças eram ainda “crianças” com brincadeiras de crianças, cercadas por familiares e, principalmente, pelas mães que as mandavam para a escola somente aos 6 ou até 7 anos de idade.
 A diversão era na rua (na época, segura) ou mesmo dentro de casa. O apoio dos pais (onde a permanência mais duradoura dos casamentos existia) dava a essas crianças o suporte necessário para que crescessem sentindo-se seguras e amparadas.
As mudanças, já as conhecemos bem:


 No tempo dessa mãe que passa a maior parte de seu dia no trabalho;
 No casamento, onde pais separados tiveram de se dividir na atenção dos     filhos e, também, não pessoa daquele que antes educava e que agora, passa o bastão para professores, babás. creches, etc…

O abandono se instala na percepção dessa criança que, na tentativa de se adaptar satisfatoriamente, inicia seus processos de somatização, ansiedade, angústia e autoestima fragilizada. Nesse processo, ainda, o isolamento transforma-se em “egoísmo” onde esse ser precisa pensar e focar em si mesmo nessa tentativa de adaptação.
Como consequência, no início dos relacionamentos que essa criança irá desenvolver, passa a existir a dificuldade de construir vínculos fortes e permanentes, onde a incapacidade de pensar no outro deixa de existir. Pois, afinal, aquele que passou tanto tempo investindo em si mesmo e tentando emocionalmente.

 Adaptar-se de maneira mais saudável, agora, desenvolver bons relacionamentos significa dar “tempo ao outro” e “pensar no outro”. Sacrifício demais exigido por alguém desacostumado a viver esse intercâmbio até dentro da própria casa, onde se sentia abandonado ou percebido como tal.
A prova e resultado disso são os relacionamentos desses jovens oriundos daquela geração que mal se sustentam e inviáveis de permanecerem por muito tempo. Jovens que apresentam as mais diversas consequências dessa dinâmica familiar, adoecidos, com síndrome do pânico, fobias as mais diversas, depressão, transtornos obsessivos, etc… etc…
O jovem perdido de hoje, infeliz, doente e solitário, pede socorro a esses pais que repensem seu comportamento e expectativa diante da vida e diante do o que é ser pai e mãe. Pais que aceitam a imposição moderna e o formato do mundo atual da imposição do “ter mais”, “ser mais” deixando de lado esses filhos abandonados e perdidos à procura de uma resposta para suas vidas.
(artigosdepsicologia.wordpress.com)

Motivos que levam o Homem a terminar uma relação




Muitas vezes – e injustamente – rotulados de serem incapazes de assumirem um compromisso sério e duradouro com uma mulher, de manter uma relação feliz e saudável, a verdade é que os homens tão depressa iniciam como terminam relacionamentos. Tal como as mulheres, também eles têm os seus motivos para acabar relações, sejam de longa, média ou curta duração: saiba as principais razões!
  1. Eterno solteiro. Há qualquer coisa de muito especial e misterioso entre o ser masculino e o seu fascínio com a vida de solteiro. Só assim é que ele se sente verdadeiramente livre, descomprometido e de bem com o mundo… até encontrar uma mulher com quem queira partilhar algum do seu precioso tempo! No entanto, se ela começar a controlar cada movimento seu, a insinuar “passos mais sérios” ou pior “o casamento”, a corda invisível e permanente que lhe cerca o pescoço começa a apertar e ele desaparece sem deixar rasto. Na sua cabeça, nenhuma mulher vale a sua independência.
  2. De anjo a demónio. Quando a mulher doce e meiga que conheceu há uns meses atrás – e lhe causou aquele agradável aperto no coração – se transforma numa bruxa de voz estridente que lhe arrepia a espinha e parece deitar fumo das orelhas cada vez que ele chega atrasado 5 minutos ou se esqueceu de ligar para lhe desejar uma boa noite, a coisa não vai acabar bem. Vai simplesmente acabar. Num abrir e fechar de olhos.
  3. Quando o sexy se torna enfadonho. Se há uma coisa que os homens sabem fazer bem é apreciar uma mulher bem vestida… e se esse visual arrebatador foi especialmente pensado para eles, tanto melhor! Agora, quando volvidos alguns meses da relação, os saltos altos e um pouco de maquilhagem deram lugar a fato de treino e cabelo desmazelado, bem, é natural que eles comecem a olhar para a vizinha ou para qualquer outra mulher que emane aquela essência exclusivamente feminina. Ao questionarem-se: “onde está a mulher que conheci?”, a verdade é que já se descuidou demais e ele vai partir em busca de mais e melhor.
  4. Ele não quer apenas uma, quê-las todas. Há homens que apreciam, acima de tudo, a conquista de uma mulher e não a mulher em si. São os jogos e tácticas de sedução que eles aperfeiçoam e às quais se entregam incondicionalmente, a mulher é apenas um prémio com o qual se contentam enquanto ela lhe resiste, fazendo-se de difícil e de independente. Uma vez conquistada, o homem perde rapidamente interesse e parte para outra, porque tem de começar tudo de novo para se sentir verdadeiramente feliz.
  5. Na busca da mulher perfeita. Ah, pois é. Os homens também nutrem uma missão secreta que é encontrar e conquistar a sua “princesa encantada”, mas fazem-no de uma forma muito sui generis. É que, para eles, existem as mulheres perfeitas para apresentar à família, para casar e serem a mãe dos seus filhos; mas também existem aquelas que são única e exclusivamente para “entreter” ou “dar umas voltas”, nunca na vida dariam à luz os seus filhos, sendo estas relações muitas vezes negadas quando os homens são questionados acerca das mesmas. Se pertencer a este último grupo, mais tarde ou mais cedo, a relação chegará ao fim.                                                                                                                      (Fonte:entremulheres.com)                                       
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