sábado, 17 de agosto de 2013

Combata o Estresse para Reduzir o Colesterol Ruim

Mau humor, dor de cabeça, cansaço. Estes são apenas alguns sintomas do estresse. Já reparou que pessoas em grandes picos de estresse levam imediatamente a mão ao coração? Esse é um reflexo que certamente corresponde à realidade, já que a má alimentação pode ser uma rota de fuga para o estresse, o que pode elevar os níveis de colesterol e, consequentemente, desenvolver doenças cardíacas.
 Seja ansiedade, pânico ou as muitas demandas do trabalho e de casa, o importante é criar mecanismos para lidar com este problema e assim evitar situações que podem fazer mal a saúde do seu coração.
Pesquisadores da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos, relacionou os ânimos com as taxas de colesterol. O estudo, que analisou 716 homens com idade média de 65 anos, constatou que lidar de forma positiva com as situações estressantes é uma atitude associada a níveis elevados do “bom” colesterol ou HDL-colesterol. Resumindo, o estresse provoca o aumentos dos triglicérides e a diminuição do HDL, já que os pacientes tensos tendem a comer mais e pior.
“Estresse e ansiedade provocam a queda nos níveis de serotonina, um neurotransmissor que nos faz sentir bem. Para aliviar esta sensação, a pessoa com alto nível de estresse passa a ingerir os “alimentos de conforto”, que são frequentemente ricos em açúcar ou com elevados teor de gordura, fazendo com a que os níveis de colesterol “ruim” ou LDL- colesterol se elevem”, diz Laís Aliberti, coordenadora de Nutrição da Unilever Brasil.
Os maus hábitos alimentares, como ingestão excessiva de cafeína, açúcar e gordura, podem agravar os níveis de estresse. Durante este período, é necessário ficar atento aos alimentos gordurosos e que fazem mal à saúde e preferir um maior consumo de alimentos saudáveis para manter o organismo funcionando adequadamente.
 “Uma simples substituição na alimentação – gorduras saturadas e trans, consideradas “ruins” – por alimentos que contêm gorduras mono ou polissaturadas, consideradas “boas”, no café da manhã ou nos lanches, já significa uma mudança relevante na saúde. Comer de forma mais saudável não é apenas uma questão de vaidade e sim de bem-estar e qualidade de vida”, destaca Laís.
Outro importante fator antiestresse é a atividade física, que libera endorfina, deixando a pessoa mais relaxada. A prática de exercícios melhora as funções cardiovasculares e respiratórias, além de distrair sua atenção dos problemas do cotidiano.
Fonte: www.pazevida.org.br

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