quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Dor de perda.

 
É um caminho inevitável. Temos todos, um dia ou outro, de uma forma ou de outra (e geralmente de várias formas mesmo), que viver isso. Não porque é uma fatalidade do destino, mas porque faz parte da vida.
E cada um de nós vive, mesmo se de maneira dolorosa igual, de um jeito diferente as diferentes perdas pelas quais temos que atravessar. 

A pior de todas, é quando alguém que a gente ama morre. Esse é um sentimento de perda irreparável. Um amigo não vale pelo outro, um irmão não vale pelo outro e nada no mundo poderá substituir nossos pais. Tenho uma amiga sábia que diz que "nunca somos velhos o suficiente para ficarmos órfãos." E ela tem razão. E mesmo se o tempo aplaca essa dor, sempre vai ficar dentro da gente aquele sentimento indecifrável de vazio. É a idéia do "nunca mais ver" que dói mais. E quando esta se une à idéia de não termos feito algo mais, não termos dito algo mais, ainda é pior. 

Outra dor de perda é quando a pessoa que se ama se vai. Nesse caso existe uma mistura de dor de orgulho e dor de medo de se ficar sozinho, muitas vezes porque o que existia não era realmente amor, mas uma dependência emocional do outro. Dor de orgulho, porque ninguém nessa vida foi feito pra perder. Dor de ter sido deixado, dor de rejeição, que chega a doer até fisicamente. Não adianta dizer nesse momento que "quando se perde um ônibus vem dez atrás", porque a pessoa vai te dizer que o que perdeu era justamente aquele que queria. Mas quando o tempo cura essa ferida (e o tempo cura todas as feridas!) e o coração começa a bater mais forte por outra pessoa, aí então a gente esquece. E ninguém precisa ter medo de ficar sozinho, pois só vai ficar sozinho quem não se abrir a novas possibilidades.

E com isso tudo, o que é preciso mesmo é que aprendamos o sentimento de aceitação. Não passiva, de se deixar levar. Mas aquela de quando se sabe que vai se viver o inevitável, de viver isso da melhor maneira possível. Nenhum de nós está preparado pra isso, mas sabemos que é a vida.
E não deixar que a dor do orgulho possa impedir que vivamos, isso é importante. Alguém me contou recentemente que sofreu dois anos por ter perdido um amor e depois é que reconheceu que o sofrimento não era realmente de amor, mas do orgulho de ter sido deixado. Uma vez reconhecido isso, ele deu um passo à frente e encontrou aquela que hoje em dia é sua esposa, que portanto já fazia parte do grupo que conhecia e freqüentava. É preciso muita sabedoria para se tirar a venda do orgulho dos olhos.

 Fazer com que os que amamos saibam disso é uma maneira de se preparar a viver diferente a perda, se esta se der. É preciso dar de si mesmo enquanto se pode. É preciso evitar o "ah, se eu soubesse" e "ah, se eu pudesse voltar" do futuro. É preciso oferecer flores enquanto se pode vê-las e senti-las.
Se você gosta de alguém, diga, demonstre. Nem todo mundo sabe adivinhar. Transforme em gestos e palavras tudo aquilo que se passa no seu coração.

 Vive muito melhor dor de perda quem sabe que fez a sua parte. Ainda vai doer, mas de maneira bem diferente.

 Fonte: www.leticiathompson.net

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Ciúmes: Mania de achar que somos donos um do outro



O que se esconde por trás do ciúme? Alguns acreditam que é afeto, outros que é a prova incondicional de um grande amor e, os mais sensatos, que é posse. Me incluo na categoria dos que enxergam o ciúme como uma forma distorcida e negativa de amor. Seria na verdade a negação do amor, porque negar a liberdade de escolha, de movimentos, de ir e vir de alguém, com certeza é a antítese do amor. 

As pessoas não são propriedades, objetos que se dispõe na prateleira mais alta do armário, inacessíveis aos olhos e a cobiça alheia. Pessoas se relacionam. Guardar o amado ou amada a sete-chaves, pensando que assim ele ou ela vai ficar livre da tentação de se apaixonador por outro é ingenuidade. O que constrói relações é a sinceridade e não a possessividade. Ninguém está isento de ser atraído por outra pessoa, mas o que vai determinar o desfecho da história não é colocar um GPS no coração do amado (a) e sim a base em que a relação foi construída. 


Se existe amor, se existe respeito, se existe cumplicidade, certamente a pessoa vai pensar duas vezes, pesar prós e contras, antes de abrir mão de um relacionamento tão bom, pela incerteza de um novo. E se ela se jogar de cabeça na novidade, então é porque a história de amor cor-de-rosa e eterna só existia na imaginação de um dos pares e alguma coisa estava errada com o casal. Tentar controlar a quem se ama é o primeiro passo para perder a pessoa, afastá-la. Todo ciumento é um egoista, um adulto que não superou a egocentria da infância. 


Concordo com o autor francês François de la Rochefoucauld. Ele dizia que no ciúme há mais amor próprio que amor ao outro. E é verdade. Quem já teve o azar de se envolver com um ciumento sabe que ele ou ela cultivam mais o orgulho de sentir ciúmes do que a preocupação com o bem-estar do parceiro (a). Ciúme incomoda, aprisiona, sufoca. No início da relação, aquele namorado (a) que liga insistentemente de dez em dez minutos parece bonitinho, romântico, no final de alguns meses, quando a cegueira da paixão dissipa e a gente olha para dentro da relação e vê se ela tem consistência, aquele excesso de atenção, beirando a paranóia, já não tem graça. 


Aristóteles já descrevia o ciúme, no secúlo IV a.C, como um sentimento profundo de inveja, de querer o que é do outro. Faz sentido se imaginarmos que o ciumento quer a liberdade do outro em troca de uma promessa de amor incondicional. Ele quer submissão. Mas, começar uma história de amor submetendo-se, contrariando a própria vontade para apenas agradar o outro é um caminho certeiro para o fracasso. 


De filósofos a romancistas, de psicanalistas como Freud, que escreveu um tratado sobre a patologia do ciúme, a cineastas como Ettore Scola, o ciúme é tema que, apesar da carga negativa que traz, não sai da moda. Muitos desatinos já se cometeu em nome de ciúme, embora os desatinados digam que é em nome do amor. 

Ainda citando de la Rochefoucauld: “O ciúme nasce sempre com o amor, mas nem sempre morre com ele”. 

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A solidão


Alguma vez você já se sentiu só? Você já procurou entrar fundo nesse sentimento de solidão para perceber o que acontece? No vocabulário de língua portuguesa a palavra "solidão" significa: estado de quem se sente ou está só.

A solidão é um estado interno, a princípio um sentimento de que algo ou alguém está faltando. Uma sensação de separatividade e desconexão com algo ainda inconsciente, sendo que numa visão espiritualista é a separação de Deus, Eu Superior, Self, Vida ou o Todo.


Atualmente, existem em algumas cidades muitas pessoas que já moram só e que apresentam um a vida bastante independente. Não podemos dizer que são pessoas solitárias, desde que elas se sintam em paz com essa situação. Entretanto, o que se mostra é que o sentimento de solidão pode estar presente em qualquer lugar ou situação.

 A pessoa pode sentir solidão durante uma festa com os amigos, no trabalho e até mesmo dentro de casa com a própria família.Cada ser humano vem sozinho ao mundo, atravessa pela vida como uma pessoa separada e morre finalmente sozinho. As fases de passagem pela vida física e para além dela trazem muitas experiências, onde tudo é passageiro e impermanente. As situações, os encontros e os fatos da vida surgem, permanecem por algum tempo e se vão.
 
Portanto, procure refletir quando estiver sentido solidão. Com o que você ainda está resistindo no seu momento atual? Existe algo que precisa partir e você ainda não percebeu ou não aceitou essa possibilidade?A idéia da separação e do estar só é apenas uma ilusão, pois nada se vai totalmente e nada está separado. Ficará sempre a lembrança no qual contém toda a experiência e vivência ocorrida o que é muito rico.Perceber que você está se sentindo só é muito importante para o seu crescimento. Utilize desse sentimento como uma alavanca para assumir plenamente a sua vida, para agir a partir de si, fortalecer a sua base e seguir em frente, manifestando a sua própria força dentro dos seus objetivos.Tenha a sua própria companhia, dê atenção, escute, e acolha aquilo que você é e manifesta. Seja o seu melhor amigo. A partir de então, você perceberá que a solidão deixará de existir naturalmente.

Fonte: www.institutouniao.com.br


sábado, 4 de julho de 2015

8 dicas para você perder o medo e ser feliz.

  



Enfrente o comodismo para dar uma bela guinada em sua vida e descubra como superar a tristeza! 


Identifique o que a deixa infeliz

Será que não são pessoas e situações das quais você vive reclamando?

Enfrente o comodismo

Tente mudar aos poucos. Para se fortalecer, vale conversar com os amigos ou buscar ajuda profissional.

Evite atitudes por impulso

Elas desestruturam e geram um medo tão grande que levam ao retrocesso.

Faça coisas que lhe deem prazer

Voltar a estudar ou começar a trabalhar levantam a autoestima.

Combata o pensamento negativo

Ele só serve para jogar você para baixo. Invista em seus talentos Em vez de reforçar as fraquezas, trabalhe suas maiores habilidades.

Busque independência financeira

Difícil arrumar um trabalho fixo? Faça artesanato, cozinhe para fora, venda cosméticos ou ache outra atividade!

Cultive as amizades

Mantenha contato com ex-colegas de escola, de trabalho, do curso de artesanato. Amplie o círculo sempre que possível. 



Por: Beatriz Levischi
mdemulher.abril.com.br


                

domingo, 17 de maio de 2015

Amor depois dos 40 anos





Aos 20, o frescor da juventude: frio na barriga, calor no resto do corpo e, se possível, muita quantidade. Aos 30, a galera dá uma sossegada: grande parte julga ter encontrado a tampa da panela com quem se casa e começa uma família. Aos 40, muitas já se separaram e estão se preparando para voltar ao mercado amoroso. Outras não chegaram ao altar. Conheça as histórias de mulheres que encontraram o amor na casa dos enta e esperam ser felizes para sempre.

Eles se conheceram no intervalo de uma peça de teatro. O economista Toni, 51, viu a dentista Mara, 46, na bomboniere. "Ele se aproximou e puxou um assunto qualquer sobre a peça. Antes de voltarmos a nos sentar, ele pediu meu telefone e eu dei. Três dias depois, fomos jantar fora", lembra Mara, contando que a paquera evoluir rápido e o namoro também. "Casamos em menos de um ano. Não tinha por que esperar! As pessoas esperavam uma cerimônia simples, mas fiz questão de tudo a que eu tinha direito: casei na igreja de noiva!", revela Mara que acredita ter enfim encontrado o amor da sua vida. "O negócio é não desistir de achar o seu par. Para o amor, a idade não conta", garante ela, com conhecimento de causa.
Em casas separadas


 Ela estava divorciada, mãe de filho criado. Ele, cinco anos mais velho, tinha ficado viúvo há pouco mais de um ano e suas duas filhas não aguentavam mais vê-lo só. "Ele deu em cima, mas logo percebi que ele estava precisando de um bom colo. E dei!", conta a funcionária pública Soraia, hoje com 55 anos, casada há dez. "Somos casados no papel e usamos aliança, mas temos duas casas. Mesmo estando quase sempre juntos, cada um quis manter o seu espaço", revela, lembrando que, depois de certa idade, fica difícil abrir mão do que já construiu. "Ele é um excelente companheiro e acredito que vamos envelhecer juntos", diz Soraia.

A médica Rose J., 48, achava que tinha fechado a panela do amor quando reencontrou um amigo do passado. "Foi por acaso. Nos encontramos em uma festa de um amigo em comum e conversamos a noite toda. Trocamos telefones, saímos para jantar e tudo começou", conta ela, que vem se sentindo como se tivesse 18 anos outra vez. "É tudo igual: cinema, brigas! Ele tem muito ciúme de mim", revela, aos seis meses de namoro. "Se tudo continuar como está, temos planos de morar sob o mesmo teto", anuncia, contando com o apoio dos três filhos dela e da filha dele. "Seremos uma grande família"


Amor sem idade
Segundo a psicóloga Sabrina Dotto Billo, o amor não tem idade. "O amor depois dos 40, como tudo na vida, tem seus prós e contras. Por um lado, pode ser que o amor seja um ‘gato escaldado' e as pessoas tenham mais dificuldade para se envolver. Por outro lado, as pessoas estão mais carentes", pondera a psicóloga, para quem a paixão, esta sim, tem idade. "Os hormônios desenvolvidos durante o apaixonamento, aqueles que causam ‘frio na barriga' e fazem o coração bater mais forte, duram de 12 a 30 meses (período suficiente para copularmos). A partir de então a freqüência é cada vez menor", explica Sabrina, lembrando ainda que o que fica é o amor.

Para a psicóloga, depois dos 40 são mais valorizados fatores como o companheirismo, a convivência e o desejo de construir uma vida juntos. "O que acontece muitas vezes é que, em relacionamentos entre pessoas de mais de 40 anos, não há uma paixão avassaladora, mas em compensação isso pode fazer com que a relação seja mais duradoura", afirma a psicóloga, explicando que o amor depois dos 40 se baseia no que o outro é e não no que idealiza-se que ele seja.
"Não é raro que um casal depois dos 40 possa ‘pular a etapa' da paixão e viver direto o amor, valorizando o companheirismo e convivência", conclui.
    

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Você acredita em Alma Gêmea?


O conceito de alma gêmea é muito romântico e inspirador. Ele significa que em algum lugar desse universo há uma alma igual à sua. Essas, separadas, buscam-se por toda eternidade até se reencontrarem.

Não vou entrar no mérito religioso, mas pensando nesse conceito, podemos discutir o que seria de fato uma alma similar à nossa, que nos complete e nos entregue paz.

Muitas vezes encontramos aquela pessoa toda especial e juramos ser a nossa alma gêmea, ficamos exaltados, apaixonados... A vida finalmente parece ter um novo sentido, entramos num estado de êxtase profundo.
Mas com o tempo, percebemos que o coração já não bate mais tão forte, algumas atitudes do outro começam a nos aborrecer, coisas que antes pareciam perfeitas se tornam imperfeitas demais para seguir adiante e a sensação de alma gêmea vai aos poucos se dissipando.

Essa fase alma gêmea na relação seria então a de viver uma grande paixão por um certo tempo? Será que existem algumas almas gêmeas nos esperando e não apenas uma?

Se pensarmos no conceito de paixão, perceberemos que várias almas gêmeas traçarão nossos caminhos, mas se pensarmos em amor, talvez apenas uma alma se encaixe com a nossa, certo?

Sem perder o brilho da magia da existência, precisamos colocar os pés no chão e saber que uma alma cultivada de forma correta junto à outra alma pode se tornar gêmea, eterna e sagrada.

O cultivo dessas duas almas vem de um amor pacífico, sem egocentrismo, narcisismo ou posse. Uma alma deve saber reconhecer na outra a compaixão e não o aprisionamento; sinceridade mesmo que doída e não fingimento; troca e não jogo doentio. Duas almas apaixonadas não jogam por poder, elas se unem para juntas tornarem-se mais poderosas. Assim elas amadurecem, encantam e sobrevivem, até mesmo por toda eternidade.

Hoje em dia, os relacionamentos rápidos e fugazes nos fazem perder todo o encantamento pelo outro. Não há mais a conquista necessária. Estamos numa sociedade onde almas perdidas passam noites com almas carentes e saem machucadas. Isto por que no fundo, mesmo sem admitir, buscamos alguém que nos complete.

Por isso, se você está nesse momento se questionando sobre a sua alma gêmea e a possibilidade de encontrá-la, pense em suas atitudes, use a sua consciência para traçar metas; saiba que a sua alma depende de seu corpo e seu corpo é sempre o seu templo, cuide dele, cuide também de sua mente.

Acredito que conseguiremos ter o que quisermos nessa vida, mas para isso é preciso que muitas vezes nos reciclemos. Há um tempo sempre disponível para pensarmos sobre nós e percebermos o que pode e deve ser modificado; o que realmente queremos para nossa vida. Para algumas pessoas a alma gêmea será alguém romântico, para outras será alguém com os pés no chão, ou quem sabe um amante da natureza, um esportista, um filosofo, não importa... Existem almas de montão para cada um de nós.

Por isso deixe a sua alma preparada para encontrar uma que pertença ao seu mundo interior e jogue-se nessa magia. Se existe de fato ou não... não importa. Afinal, podemos fazê-la existir...

FONTE: www.uol.com.br-Tatiana Ades


sábado, 3 de janeiro de 2015

Mudar é bom... você já mudou?


Gosto muito de falar de mudanças. Para mim, a vida é feita delas, e quem não muda, já está morto e não sabe. Mas, infelizmente, a maioria das pessoas só pensa em mudar no momento em que sente que alguma coisa já lhe escapou das mãos... Essa mudança pode ser verdadeira.
Não acredito muito em mudanças motivadas por fatores externos. Acho que uma mudança só pode ser considerada mudança se vier de dentro. Quando a pessoa sente que ela mesmo já não se basta, não se resolve sozinha, não vence do jeito que é. Quando a pessoa não está mais satisfeita com sua vida.


Eu mesma, confesso, demoro muito para mudar. Às vezes levo anos sofrendo de alguma coisa por dentro até me dar conta de que eu não me satisfaço, eu não me faço mais feliz. Aquela amargura e depressão que nos faz ir parar em consultórios psiquiátricos, aquela sensação de que felicidade é só para os abençoados - e você não é um deles. 
E aí a pessoa tenta, com remédios e terapias, com conversas infindáveis sobre os mesmos assuntos, reencontrar o equilíbrio perdido - ou nunca encontrado. Passamos às vezes anos no fundo de um poço, no meio da lama, chafurdando e tentando nos agarrar a algum braço estendido... quando a solução está bem ali, dentro de nós.
Esse ano tive um insight bem forte. Sabia que teria que tomar decisões sérias e resolvi fazer uma viagem longa para ter certeza. Viajando, reencontrei a mim mesma, depois de muito fugir.


Fui tão longe pra me encontrar
Descobri que na rotina a gente se perde
Rodei mais de 1.500 km
E na volta achei o que tinha perdido
- Ou esquecido. ... Eu mesma!

E foi tão bom reencontrar a mim mesma! Sabia que tinha uma pessoa maravilhosa ali, com suas qualidades e seus defeitos, com sua vontade de viver, com sua alegria e energia! Descobri que ninguém pode me fazer mudar por conselhos ou exemplos, apenas eu posso fazer isso. Posso até fazer as coisas que me diziam para fazer, mas isso tem que vir de dentro de mim para ser verdadeiro.
E sinto que alguma coisa realmente mudou. Sinto que tenho o controle da minha vida. As pessoas podem me ajudar e só o farão se eu tiver a certeza do que quero. Não é fácil, podem ter certeza... mas é muito bom! É como tirar a pele, ou a casca, e ver surgir de dentro algo novo... exatamente como a borboleta!

Fonte: noauge4ponto0.blogspot.com.br

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